Vovó CaçadoraJoão Pessoa · PB Acha pra mim, vovó
Detectorismo em João Pessoa

Perdeu na praia? Calma.

Aliança, corrente, brinco, chave de carro. A vovó acha.

Orçamento na hora, pelo WhatsApp. Quanto mais rápido você chamar, maior a chance de achar.

Atendo João Pessoa e regiões próximas. Levo detector, pá e paciência.
Como funciona

Três passos, e a areia devolve.

Não tem mistério nem promessa mágica. Tem detector, paciência e conhecer a praia.

01

Você me conta

Manda mensagem dizendo o que perdeu, em que praia e mais ou menos onde estava.

02

Marcamos a hora

Combino com você o horário que dá mais chance.

03

Eu varro o trecho

Passo o detector na faixa combinada. Se estiver lá, sai da areia e volta pra sua mão.

Melhor hora pra buscar

A maré manda no jogo.

Com a água baixa, a faixa de areia aparece e o detector alcança o que estava embaixo do mar. Aqui embaixo está a maré de hoje em João Pessoa.

Consultando a maré de hoje...
Quem já me chamou

Tem coisa que vale mais que ouro.

Um casamento salvo. Um neto com o anel do avô de volta na mão. Histórias reais de quem perdeu algo precioso na areia, e me chamou.

HeitorPerdeu o anel do avô na areia. Achamos.
LucasPerdeu a aliança jogando beach tennis à noite.
CarolPerdeu um anel e me contratou para achar.
“Fiquei muito feliz quando encontrou o meu anel.” Heitor, cliente atendido em João Pessoa
Achados

O que a areia esconde.

Todo dia eu tiro coisa da areia. Quase tudo é tampinha e prego. Mas de vez em quando é uma aliança, e do outro lado tem alguém que já tinha chorado por ela.

Aliança de ouro encontrada na areia, segurada entre os dedos
Aliança de ouro
Anel de ouro recuperado
Anel
Moeda de 1736 encontrada com detector de metais
Moeda de 1736
Achados de um dia: corrente de prata, moedas, chave, tampinhas e pregos
Um dia de praia
Balde cheio de metal e lixo retirado da areia
Limpeza da praia
Vovó Caçadora varrendo a areia com o detector de metais
Na beira d'água
Quem sou eu

A vó que troca a novela pelo detector.

Retrato da Vovó Caçadora ao fim da tarde

Eu passei anos escondendo tesouro.

Tinha um jogo chamado Geocaching, e a gente saía por aí escondendo coisa pros outros acharem. Até que me contaram que tinha gente caçando ouro na praia. Aí eu pensei: achar é melhor do que esconder.

Comprei um detector barato da China e fui. No primeiro dia, com a minha filha, a gente cavou quase um metro de areia pra desenterrar uma colher de pedreiro.

Isso foi há cinco anos. Eu tinha 65.

Meu nome é Ana, mas na praia todo mundo me chama de Vovó Caçadora.

Hoje eu saio de casa às cinco da manhã e vou ver o sol nascer varrendo a areia. Aprendi a diferença entre o canto de uma aliança e o de uma tampinha de garrafa. Já me chamaram mais de cem vezes pra achar o que a areia tinha escondido, já devolvi um anel de formatura pra um menino de oito anos e, do meu jeito, já salvei um bom número de casamentos.

Tenho 70 anos e agacho na areia sem pensar.

O sonho

Fazendo do mundo meu quintal.

E eu já comecei: comprei a minha Fiorino.

A Fiorino da Vovó Caçadora numa viagem pela estrada

Ela ainda não tem luz, não tem água e quase não tem móvel por dentro. Tem uma poltrona que vira cama e dois caixotes onde eu guardo as minhas coisas. Tudo improvisado, tudo feito às pressas pra eu já poder cair na estrada.

E eu caio. Essa Fiorino já me levou pra Brasília, pra Maragogi, pra Porto de Galinhas, pra Natal e pra um monte de lugar por aí. Eu durmo dentro dela do jeito que ela está.

O plano é transformar ela num motorhome de verdade e sair rodando o Brasil, praia por praia, com o detector no braço.

E eu não estou parada esperando acontecer. O carro já comprei, e a montagem vai indo devagar, com as minhas mãos e com as mãos de uns amigos.

Quem paga essa obra é a areia. Cada aliança que eu acho vira um pedaço dessa casa. Só que está cada vez mais difícil achar ouro.

Falta mais ou menos dez mil reais pra ela ficar pronta: as manutenções do carro, a parte elétrica, os móveis por dentro e a energia solar.

E eu não estou começando do zero. Já teve gente que mandou um Pix. Já teve gente que apareceu com madeira. Já teve gente que chegou com a ferramenta na mão e passou o dia trabalhando comigo. É por isso que eu tenho coragem de pedir: porque já tem um bocado de gente empurrando esse carro junto comigo.

Se você quiser empurrar também, tem três jeitos.

01

Manda um Pix

Qualquer valor vira alguma coisa aqui dentro, e eu falo isso sem enfeite: vira parafuso, vira fio, vira madeira, vira tinta.

Se você mandar cinquenta reais, ajuda. Se mandar quinhentos, você banca um item inteiro e eu te conto qual foi.

Chave Pix
vovodoouro@gmail.com
02

Vem de parceria

Se você trabalha com alguma coisa que essa Fiorino precisa, a sua ajuda vale mais do que dinheiro.

Marcenaria e móvel. Elétrica. Energia solar. Mecânica e funilaria. Estofado. Adesivagem. Ferramenta. Material que sobrou de obra.

Já teve gente que me deu madeira e gente que me deu um dia inteiro de trabalho. Se você é dessa turma, me chama que a gente combina.

Quero ser parceiro
03

Patrocine

Essa Fiorino vai rodar o litoral brasileiro com uma senhora de setenta anos caçando tesouro na praia, e tudo isso vira vídeo.

Se você quiser o nome da sua marca andando junto comigo, funciona assim: o adesivo vai na lataria e roda o Brasil comigo, e eu cito você nos vídeos que eu gravo na estrada e em cada praia por onde eu passo.

Combina com detector de metais, energia solar, camping e overland, acessório de viagem, proteção solar e turismo.

Quero patrocinar
Acha pra mim, vovó